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Feira de Santana, Bahia, Brazil
Uma Jornalista em andamento(estudante da UNEF/FAN)

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

O que os olhos não vêem hoje é o que o coração mais sentirá amanhã ...


Num relacionamento amoroso, não adianta esconder verdades e nem tampouco evitar tomar conhecimento delas. Aquele que respeita a si mesmo e também ao outro precisa enfrentar os fatos e até utilizá-los como instrumento para solucionar eventuais conflitos. Do contrário, os parceiros estarão adubando o terreno para a angústia, o ressentimento, a culpa e a infelicidade.
Quando uma pessoa afirma que "não quer nem saber" de alguma coisa, referindo-se a assunto relevante dentro de uma relação, ela dá voz a uma defesa, mas se mete em tremenda encrenca: conta para si mesma uma mentira e contraria uma força psíquica imperiosa, o desejo de saber.
Exemplos desse posicionamento: "Não sei quais são os ganhos de meu marido, nem conheço o modo como ele lida com o dinheiro; não me interessa". Ou: "Não faço a menor idéia sobre como minha mulher resolve as dificuldades com as crianças e também não quero saber".
Acontece que um evento psicológico não deixa de existir só porque a pessoa não toma acordo dele. Podemos dinamitar o dito popular e afirmar, sem medo de cometer um erro de avaliação: "O que os olhos não vêem é justamente o que o coração mais sente". O coração sente, a alma se deixa impactar, o espírito responde.
Ao retirar um tema de seu campo de visão, a pessoa obriga seu coração, sua alma e seu espírito a realizar por ela o trabalho que deveria caber à sua consciência. Não é justo. É doentio. Problemas varridos para debaixo do tapete não tardam a putrefazer-se. Exigirão ser conhecidos pelo pior caminho e no momento mais inoportuno possível, quando já tiverem causado irreversíveis corrosões.
Saberes impedidos de circular com liberdade facilmente se transformam em fofoca, quando não vazam e burlam os controles de quem os quer manter escondidos. Em outras palavras, forçam sua entrada na consciência - e pela porta dos fundos. Resultado: aquilo que poderia ser uma útil ferramenta para o manejo de conflitos na relação acaba assumindo o caráter de sombra, passando a atazanar os envolvidos, causando-lhes ressentimento, culpa ou raiva.
Ao lado das pessoas que fecham os olhos ao conhecimento, há também as que sonegam informações. As primeiras sacaneiam a si mesmas (pois forjam uma espécie de cegueira) e abandonam o outro (pois o compelem a assumir responsabilidades que não são só de um). As segundas sacaneiam o outro (pois o excluem da ordem da vida) e, imaginando-se espertas, tornam-se apenas presunçosas, quando não bandidas.


O desejo de saber e o desejo de dar a conhecer são desígnios psíquicos fortes e saudáveis. Se a consciência não pode se ocupar responsavelmente com eles, de imediato o inconsciente constrói um sistema de compensações, que pode assumir vários formatos: a formação de doenças, muitas vezes graves; o surgimento de sentimentos intensos e de difícil assimilação, como o ciúme patológico, os sentimentos persecutórios, a revolta e a indignação; a experiência da injustiça; a culpa; o ódio e o conseqüente desejo de vingança.
É natural que haja um apetite pelo saber e quando não é saciado se abre espaço à ansiedade. Para contornar essas dificuldades, seria importante as pessoas experimentarem a liberdade de incluir-se no mundo ao qual pertencem. Se isso não for possível, cabe indagar o que faz alguém em um contexto no qual sua liberdade de movimento é cerceada.
Sentimentos de menos-valia costumam estar presentes nessas situações. Além disso, será bem-vinda a delicadeza de incluir o outro em sua experiência. Se isso tampouco é possível, deve-se indagar o que faz a pessoa com alguém que ela não acolhe em seu mundo. Arrogância e onipotência são sintomas desse tipo de funcionamento.



Alberto Lima, psicoterapeuta de orientação junguiana, é professor-doutor em Psicologia Clínica e autor de O Pai e a Psique (Editora Paulus).

Planeta Terra, América do Sul, Brasil, Bahia, Feira de Santana, 06.08.2010.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Morro Negando - Aniversário de Alê 3 (10/07/2010)


Gente, e precisa dizer mais alguma coisa?!?..rsrsrs...

Adoooooooooooro muito TUDO isso!!!!!!!!!



Alê, te gosto muito minha AfInIdAdE....muitas felicidades, muito sucesso.
Você merece!!!



E eu estive lá, lóóóóógico!!!!

Planeta Terra, América do Sul, Brasil, Bahia, Feira de Santana.
By Luna, Monalisa.
15 de Julho de 2010.

sábado, 19 de junho de 2010

Mais uma de Arnaldo Jabor...



"À medida que envelheço e convivo com outras, valorizo mais ainda as mulheres que estão acima dos 30.

Elas não se importam com o que você pensa, mas se dispõem de coração se você tiver a intenção de conversar.

Se ela não quer assistir ao jogo de futebol na TV, não fica à sua volta resmungando, pirraçando...

Vai fazer alguma coisa que queira fazer... E geralmente é alguma coisa bem mais interessante.

Ela se conhece o suficiente para saber quem é, o que e quem quer.

Elas definitivamente não ficam com quem não confiam. Mulheres se tornam psicanalistas quando envelhecem.

Você nunca precisa confessar seus pecados... Elas sempre sabem...

Ficam lindas quando usam batom vermelho. O mesmo não acontece com mulheres mais jovens... Por que será, hein??

Mulheres mais velhas são diretas e honestas. Elas te dirão na cara se você for um idiota, caso esteja agindo como um!

Você nunca precisa se preocupar onde se encaixa na vida dela. Basta agir como homem e o resto deixe que ela faça...
 

Sim, nós admiramos as mulheres com mais de 30 anos!

Infelizmente isto não é recíproco, pois prá cada mulher com mais de 30 anos, estonteante, bonita, bem apanhada,

sexy e resolvida, há um homem com mais de 30, careca, pançudo em bermudões amarelos, bancando o bobo para uma garota de 19 anos...

Senhoras, eu peço desculpas por eles: não sabem o que fazem!

Para todos os homens que dizem: 'Porque comprar a vaca, se você pode beber o leite de graça?', aqui está a novidade para vocês:

Hoje em dia 80% das mulheres são contra o casamento e sabem por quê? Porque ' as mulheres perceberam que não vale
a pena comprar um porco inteiro só para ter uma lingüiça!"
 
 


Planeta Terra, América do Sul, Brasil, Bahia, Feira de santana - 19/06/2010.
By Luna ;*
 
 

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Jó 14.7 - Baseado em fatos reais...



"Talvez você esteja sofrendo por uma oportunidade que se foi.
Tire todo sentimento de culpa, isto não ajudará numa nova conquista.
Você merece muito mais.
Você merece o começo triunfante."


A nossa vida é curta.
"1.Todos somos fracos desde o nascimento; a nossa vida é curta e muito agitada.
2.O ser humano é como a flor que se abre e logo murcha; como uma sombra ele passa e desaparece.
3.Nada somos; então por que nos dás atenção? E quem sou eu para que me leves ao Tribunal?
4.O ser humano, que é impuro, nunca produz nada que seja puro.
5.Tu já marcaste quantos meses e dias cada um vai viver; isso está resolvido e ninguém pode mudar.
6.Pára de olhar para nós e deixa-nos em paz, até que o nosso dia chegue ao fim, como chega ao fim o dia do trabalhador.
7.Para uma árvore há esperança; se for cortada brota de novo e torna a viver.
8.Mesmo que suas raízes envelheçam, e o seu toco morra na terra,
9.basta um pouco de água, e ela brota, soltando galhos como uma planta nova.
10.Mas, quando alguém morre, está acabado; depois de entregar a alma, para onde vai?
11.Como lagoas que secam, como rios que deixam de correr,
12.assim, enquanto o céu existir, todos vamos morrer. Vamos dormir o sono da morte, para nunca mais levantar."


Eu esperarei por melhores tempos
"13.Ah! Se Tu me pusesses no mundo dos mortos e ali me escondesses até que tua ira passasse e então marcasses um prazo para lembrares de mim!
14.Mas será que alguém tornará a viver depois de ter morrido? Eu, porém, esperarei por melhores tempos, até que as minhas lutas acabem.
15.Então me chamarás, e eu responderei; e tu ficarás contente comigo, pois me criaste.
16.Cuidará para que eu não erre, em vez de ficares espiando para me veres pecar.
17.Esquecerás os meus pecados e apagarás os meus erros."


E aguardarei por um Recomeço...
E reescreverei uma outra história...
Jogando fora os "Rascunhos"...
E passando a limpo toda uma nova Vida!!!



"Nunca queira caminhar só,
mas ande sempre de mãos dadas com
alguém para que triunfe na escalada da sua vida.


Pois se enfraquecer encontrará apoio.
Um bom amigo é melhor que parente longe."



By Luna, Monalisa.
Planeta Terra, América do Sul, Brasil, Bahia, Feira de Santana.
29 de Maio de 2010.

Silêncio! A verdade às vezes dói...

O expressionismo foi um movimento cultural de vanguarda surgido na Alemanha nos primórdios do século XX, que estavam mais interessados na interiorização da criação artística do que em sua exteriorização, projetando na obra de arte uma reflexão individual e subjetiva. Ou seja, a obra de arte é reflexo direto do mundo interior do artista expressionista.O expressionismo plasmou-se num grande número de campos: artes plásticas, literatura, música, cinema, teatro, dança, fotografia, etc. A sua primeira manifestação foi no terreno da pintura, ao mesmo tempo que o fauvismo francês, fato que tornaria ambos movimentos artísticos nos primeiros expoentes das chamadas "vanguardas históricas". Mais que um estilo com características próprias comuns foi um movimento heterogêneo, uma atitude e uma forma de entender a arte que aglutinou diversos artistas de tendências variadas e diferente formação e nível intelectual. Surgido como reação ao impressionismo, frente ao naturalismo e o caráter positivista deste movimento de finais do século XIX os expressionistas defendiam uma arte mais pessoal e intuitiva, onde predominasse a visão interior do artista –a "expressão"– frente à plasmação da realidade –a "impressão"–.O expressionismo acostuma ser entendido como a deformação da realidade para expressar mais subjetivamente a natureza e o ser humano, dando primazia à expressão dos sentimentos mais que à descrição objetiva da realidade. Entendido desta forma, o expressionismo é extrapolável a qualquer época e espaço geográfico. Assim, com frequência qualificou-se de expressionista a obra de diversos autores como Matthias Grünewald, Pieter Brueghel, o Velho, El Greco ou Francisco de Goya. Alguns historiadores, para o distinguir, escrevem "expressionismo" –em minúsculas– como termo genérico e "Expressionismo" –em maiúsculas– para o movimento alemão. O Expressionismo distingue-se do Realismo por não estar interessado na idealização da realidade, mas em sua apreensão pelo sujeito. Guarda, porém, com o movimento realista, semelhanças, como uma certa visão anti-"Romantismo" do mundo. Com as suas cores violentas e a sua temática de solidão e de miséria, o expressionismo refletiu a amargura que invadia os círculos artísticos e intelectuais da Alemanha pré-bélica, bem como da Primeira Guerra Mundial (1914-1918) e do período entre-guerras (1918-1939). Essa amargura provocou um desejo veemente de cambiar a vida, de buscar novas dimensões à imaginação e de renovar as linguagens artísticas. O expressionismo defendia a liberdade individual, a primazia da expressão subjetiva, o irracionalismo, o arrebatamento e os temas proibidos –o excitante, demoníaco, sexual, fantástico ou pervertido–. Intentou refletir uma visão subjetiva, uma deformação emocional da realidade, através do caráter expressivo dos meios plásticos, que tomaram uma significação metafísica, abrindo os sentidos ao mundo interior. Entendido como uma genuína expressão da alma alemã, o seu caráter existencialista, o seu anseio metafísico e a visão trágica do ser humano no mundo fizeram reflexo de uma concepção existencial liberta ao mundo do espírito e à preocupação pela vida e pela morte, concepção que acostuma qualificar-se de "nórdica" por se associar ao temperamento que é identificado com o estereótipo dos países do norte da Europa. Fiel reflexo das circunstâncias históricas em que se desenvolveu, o expressionismo revelou o lado pessimista da vida, a angustia existencial do indivíduo, que na sociedade moderna, industrializada, vê-se alienado, isolado. Assim, mediante a distorção da realidade visavam a impactar o espectador, chegar ao seu lado mais emotivo. O expressionismo não foi um movimento homogêneo, mas de uma grande diversidade estilística: houve um expressionismo modernista (Munch), fauvista (Rouault), cubista e futurista (Die Brücke), surrealista (Klee), abstrato (Kandinsky), etc. Embora o seu maior centro de difusão fosse na Alemanha, também foi percebido em outros artistas europeus (Modigliani, Chagall, Soutine, Permeke) e americanos (Orozco, Rivera, Siqueiros, Portinari). Na Alemanha organizou-se nomeadamente em torno de dois grupos: Die Brücke (fundado em 1905), e Der Blaue Reiter (fundado em 1911), embora houvesse artistas não adscritos a nenhum grupo. Depois da Primeira Guerra Mundial apareceu a chamada Nova Objetividade que, se bem que surgiu como recusa do individualismo expressionista defendendo um caráter mais social da arte, a sua distorção formal e o seu colorido intenso tornam-nos herdeiros diretos da primeira geração expressionista. Em uma acepção mais ampla, a palavra “expressionismo” se refere a qualquer manifestação subjetiva e psicológica da criação humana.
Principais características:
* pesquisa no domínio psicológico;
* cores resplandecentes, vibrantes, fundidas ou separadas;
* dinamismo improvisado, abrupto, inesperado;
* pasta grossa, martelada, áspera;
* técnica violenta: o pincel ou espátula vai e vem, fazendo e refazendo, empastando ou provocando explosões;
* preferência pelo patético, trágico e sombrio.
Mas, do que quero falar hoje é sobre o Expressionismo interpretado no teatro. Uma peça teatral que merece os meus elogios ao qual eu tiro o meu chapéu, onde tem por título: SILÊNCIO.
A peça teatral "Silêncio" traz uma das realidades mais crecesntes em todo o país e porque não dizer no mundo, tem como objetivo proporcionar um ampla visibilidade no tocante a violência contra crianças e adolescentes que se apresenta na sociedade contemporânea, como uma das piores formas urbana e social em suas diversas formas de manifestação, nua e crua...
 

O espetáculo, "Silêncio" nos emociona por retratar a vida de crianças desaparecidas que desconhecemos, mas que é uma situação latente na vida do ser humano. Crianças que são submetidas a situações de risco para seu sustento...
O texto narra o drama de Alice, permeada de dor, angústia e sofrimento, e poesia, em encontros e desencontros com personagens marcantes, os quais hora a cerca com mimos e brincadeiras, hora se tornam seus algozes.
"Arracaram no meu peito um coração ainda pulsando..."
Neste caminho de dores e perda vivido pela mãe, esta encontra-se com os "corpos" que estão ali representando o xadrez emocional, com conselhos tórridos para que ela desista de sua busca. Se passam 10 anos que sua linda e preciosa filha desapareceu, mas sua gana por encontrá-la não deixa por nem um minuto se quer morrer as esperanças, já para a Alice, agora uma mulher de 18 anos, a realidade é outra; vendida para o trabalho escravo, foi molestada, espancada e por fim presa num quarto de hotel vagabundo, obrigada a se deitar com toda corja de maltrapilhos a empresários, por míseros trocados.
Mas não acaba por aqui. A vida é um ciclo, e os contraventores, imorais e pérfidos continua sua velha rotina.







By Luna, Monalisa.
Planeta Terra, América do Sul, Brasil, Bahia, Feira de Santana.
25 de Maio de 2010.
Espaços...
"Não vai dar certo nosso querer, existem coisas que nos separam.
Espaços, espaços...tipos de pessoas.
Pessoa__________espaços...
Na loucura do nosso querer, não enxergamos os espaços.
Mas espaços são pessoas que ocupam o lugar o qual deveríamos estar juntos, mas não estamos e nos tornamos vazios.
Porém, me entenda:não digo que estamos vazios de sentimentos; digo vazios de estar perto.
O sentimento é a única chama que não se apaga, apenas se perde. Nós o perdemos quando não sabemos onde colocamos o "acendedor".
Querer...
espaços...
pessoas...
sentimentos...
Por que não se pode usar os sentimentos com as pessoas sem que os espaços impeçam nosso querer?Acabemos com os espaços!!!
Coloquemos uma vírgula se precisar pausar,
coloquemos um ponto e vírgula se precisar de um tempo;
utilizemos até de um ponto final.
Mas, chega de dar espaços."
By Luna, Monalisa.
 
 
Planeta Terra, América do Sul, Brasil, Bahia, Feira de Santana.
28 de Maio de 2010.

DEFICIÊNCIAS...

Mario Quintana (escritor gaúcho nascido em 30/07/1906, e falecido em 05/05/1994.
"Sempre haveremos de precisar uns dos outros..."
Às vezes queremos só olhar as deficiências que há em outras pessoas; porque não paramos para entender que também as temos?!?
Esse fantástico texto de Mario Quintana, retrata um pouco das nossas deficiências em conjunto.
Necessitamos uns dos outros para sobrevivermos a este mundo, e à esta aventura designada: VIDA!!!
Seja bem-vindo ao reino encantado da sobrevivência!



"Deficiente" é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter consciência de que é dono do seu destino.
"Louco" é quem não procura ser feliz com o que possui.
"Cego" é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria, e só tem olhos para seus míseros problemas e pequenas dores.
"Surdo" é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo de um irmão. Pois está sempre apressado para o trabalho e quer garantir seus tostões no fim do mês.
"Mudo" é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia.
"Paralítico" é quem não consegue andar na direção daqueles que precisam de sua ajuda.
"Diabético" é quem não consegue ser doce.
"Anão" é quem não sabe deixar o amor crescer.
E, finalmente, a pior das deficiências é ser miserável, pois:
"Miseráveis" são todos que não conseguem falar com Deus."
"A amizade é um amor que nunca morre."

                                    


Planeta Terra, América do Sul, Brasil, Bahia, Feira de Santana.
28 de Maio de 2010.


sábado, 22 de maio de 2010

Chega ao final o evento que acontece em Cachoeira-Ba III (BAFF) Bahia Afro Film Festival


Chega ao final o III (BAFF) Bahia Afro Film Festival, que teve início dia 13/05 e finaliza-se em 23/05/2010, na cidade de Cachoeira-BA, Brasil. O Festival contou com presenças de ilustres, e tem repercussão  mundial. 
Relatarei sobre a programação do dia 15/05/2010 (sábado), dia o qual os alunos da UNEF, acompanhados pelos professores Alessandra e Kau preto, fôra prestigiar o evento.
No Auditório do Centro das Artes, Humanidades e Letras da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), fôra realizado o III Seminário de Antropologia Audiovisual, que contou com a presença dos professores Cacau, Raimundo e Grazielle, para que em uma mesa redonda pudessem discutir o assunto abordado.

Segundo prof. Cacau, "somos fruto de uma troca cultural, onde julga-se que os próprios negros venderam seus irmãos. A presença africana no Brasil, constrói uma historiedade."
Já o prof. Raimundo nos diz o seguinte:"Estamos afogados no mar da cultura negra, onde as imagens midiáticas transmitem o ideal irrealizado."
A prof.ª Grazielle vai mais além um pouco quando afirma o seguinte:"Não há como compreender Brasil sem África. No translado, era necessário que fosse deixado tudo para trás; com a escravização, o negro no Brasil é tido como pobres e são massacrados, e a falta de aceitação, resistências em relação aos africanos. A África desconhece o Brasil negro. Precisamos ser produtos do conhecimento! A escravidão gera uma interrupção na história; levou apenas às senzalas, e isso é pensar pouco do negro, é substimá-los."
Houve também, mostra competitiva:

Título - RECONVEXO
País de Produção - Brasil
Direção - Volney Menezes, Johny Guimarães

Título - CANTADOR DE CHULA
País de Produção - Brasil
Direção - Marcelo Rabelo 



Evento muito interessante que poderia ser muito mais explorado!
Para você que ainda não conhece, fica uma sugestão para que possa ir e se deslumbrar com cada efeito desse evento maravilhoso.

Abraços,

Monalisa Luna





sexta-feira, 21 de maio de 2010

Casamento favorece saúde e longevidade masculinas. Mito ou realidade?

O casamento é mais benéfico para os homens do que para as mulheres, pelo menos para aqueles que querem ter uma vida longa. Um estudo conduzido pelo Instituto Max Planck de Pesquisa Demográfica, de Rostock, na Alemanha, mostrou que homens casados com mulheres mais jovens acabam vivendo mais anos do que os outros.
Porém, segundo Silvana Barolo Socióloga, que considera como mito essa forte ideia que os homens acreditem no rejuvenescimento masculino mediante a parceira ser mais jovem. Os homens que se unem às mulheres mais jovens acreditam que são revigorados pela beleza de sua juventude e por seu frescor e energia. Sentem-se animados com os projetos, anseios e modo de vida da mulher mais jovem. Então, homens com mais de 60 anos, têm procurado tanto para o namoro quanto para o casamento, em sua maioria parceiras bem mais jovens, em muitos casos com mais de 20 anos de diferença.
Já para o sexo oposto, o estudo mostrou uma relação contrária. De acordo com a pesquisa, quanto maior for a diferença de idade da mulher para o marido, menor será sua expectativa de vida independente tanto se ela for mais jovem ou mais velha do que ele.
As mulheres com mais de 60 anos procuram, prioritariamente, parceiros da mesma faixa etária, que estejam vivenciando etapas de vida similares às suas, talvez por que as mulheres sejam mais práticas e objetivas, querem desfrutar da companhia de homens que às acompanhe em viagens, passeios, bailes e outras atividades que eventualmente não puderam realizar em relacionamentos ou casamentos anteriores, sem precisarem se envolver com o cuidar de eventuais filhos pequenos de outro casamento do companheiro, e sem a instabilidade profissional e financeira, que normalmente acontece quando o parceiro é mais jovem.
Os resultados indicam que um homem entre sete e nove anos mais velho do que a sua esposa tem um risco de morte cerca de 11% menor quando comparado aos casais com a mesma idade. Por outro lado, quando o marido é mais jovem do que a mulher, sua expectativa de vida é mais baixa.
Já para as mulheres casadas com homens entre sete e nove anos mais jovens, o risco mortalidade aumenta em 20%.
Segundo Sven Drefahl, pesquisador do Instituto alemão, durante anos se acreditou que as pessoas que escolhiam parceiros mais jovens faziam isso porque estes lhes pareciam mais saudáveis.
“Essas teorias terão de ser reconsideradas”, diz o pesquisador.
De qualquer forma, há uma forte evidência de que as pessoas com mais de 60 anos estão dispostas a fazer dessa nova etapa da vida algo muito gratificante, cheia de projetos e atividades que ainda não puderam realizar ou querem repetir com toda a plenitude de tempo que a fase da vida propicia. E que agora, mais independentes e ainda com muito vigor e saúde, sabem que podem contar com mais qualidade de vida e com recursos da medicina, quando for o caso, para desfrutar de muitas e boas emoções e prazeres.
E independente de qualquer fator, o pesquisador alerta que, em geral, os casamentos são mais favoráveis para a saúde, já que os casados têm uma expectativa de vida maior do que solteiros.

Cabe agora a você decidir...



Fonte:


• Silvana Barolo, Socióloga, Presidente da Associação S.A.B.E.R., em entrevista ao Jornal da Band. (8 de janeiro de 2010 por ongsaber);


• Folha do Estado – Feira de Santana-BA, domingo e segunda-feira, 16 e 17 de maio de 2010.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Viagem à Salvador Turma de Comunicação Social (Jornalismo e Publicidade e Propaganda) da UNEF para visita à Biblioteca no Mosteiro de São Bento e apreciação das obras de arte de RODIN.

Sábado, dia 08.05.2010, alunos da área de Comunicação Social Jornalismo e Propaganda e Publicidade da UNEF, viajam para a cidade de Salvador-BA para enriquecer seus conhecimentos, e despertar vossas sensibilidades à arte. Apesar de quem nem todos, como pessoas, adquirir uma certa desenvoltura com a História da Arte, ou não ter mais oportunidades de desfrutá-la e/ou usurfruí-la, resnace em cada íntimo individual o desejo de apreciá-la e entendê-la; ou de simplesmente, sentí-la com toda sua alma, aflorando do seu âmago um forte anseio de apreciação.

A visita feita à Biblioteca ampliou avisão para novos horizontes, e levou apaixonados pela leitura ao delírio. A Biblioteca do Mosteiro de São Bento é composta por aproximadamente 100 mil livros; há livros diversos, entre eles os que são considerados raros, os mais antigos e uma diversidade sem fim.    




Para os que realmente se dedicam à leitura, olhares fascinados não era coisa rara de se vê. Todas as informações fôra instruídas por Dom Rafael.

                       

















Após leituras e conhecimentos, encontra-se um outro rumo: Palacete das Artes. Foi dada a largada para uma interessante e emocionante viagem aos museus franceses, e enfim é encontrada as obras de arte do escultor francês Auguste Rodin.
Nome completo, Françóis Auguste René Rodin, nascido em 12 de Novembro de 1840, Paris, sua nacionalidade França, seu Magnum opus "O Pensador", movimento estético que seguia era o Realismo e Impressionismo; falenceu em 17 de Novembro de 1917, com 77 anos em Meudan.


Suas primeira esculturas foram feitas na cozinha de sua mãe, com massa que ela usava para fazer pães. A primeira obra de Rodin foi "O Homem de Nariz Quebrado" (1864); dentre elas haviam várias, como "O Homem que caminha e Torso", "A mão de Deus" e uma infinidade de preciosidades.
Suas Obras mais célebres foram "O beijo", que faz parte de uma série de esculturas realizadas para a "Porta do Inferno", do Museu de Artes Decorativas; "O Pensador", da mesma série, e o retrato de "Balzac". Fora ele considerado um Impressionista.



Rodin conquistou fama em vida, e suas obras chegaram a ser mais apreciadas no mercado de arte europeu e americano. Teve como Auxiliar Camille Claudel, com a qual manteve um caso, cujo não permaneceu, levando a mesma, sofrer mais tarde com distúrbios psicológicos. Atualmente, encontra-se no Palacete das Artes em Salvador-BA, suas obras mais importantes, as quais ficarão por 3 anos em Custódia.

"À mais perfeita reprodução sempre falta alguma coisa: o HIc et nunc da obra de arte, a unicidade de sua presença no próprio local onde ela se encontra. O hic et nunc do original constitui o que se chama sua autenticidade."
(Walter Benjamim)

"Nenhuma arte teve um sonho mais elevado[...], mais poético e simultaneamente mais atual."
(Séverin-Mars)

"Escritores e artistas futuristas, lembrai-vos destes princípios fundamentais de uma estética de guerra, para que assim se esclareça[...] como combate por uma nova poesia e uma nova plástica."
(Marinetti)














Feira, Salvador - BA, 08.05.2010